LAB MR:

Fundado em São Paulo em 2025, o LAB MR é um espaço de troca, reflexão e experimentação em arte e design. Em relação direta com o escritório Melina Romano e com a arquitetura entendida como campo expandido, articula prática e pensamento como dimensões indissociáveis, compreendendo o espaço como estrutura conceitual de suas ações.

Como espaço independente, atua na mediação entre criadores, galerias, curadores, instituições e público, estabelecendo um território anterior à validação e à comercialização. Oferece contexto e acompanhamento para aprofundar processos e sustentar trajetórias no campo da arte e do design.

Com abordagem multidisciplinar e foco na produção contemporânea brasileira, desenvolve um programa que integra exposições, residências artísticas, conversas públicas, publicações, oficinas, circuitos pela cidade e visitas a ateliês. Localizado no 31º andar do Edifício Itália, no centro de São Paulo, reconhece o contexto urbano como parte constitutiva de sua prática, aproximando diferentes gerações e percursos e elaborando leituras sobre a produção atual.

Mais do que apresentar resultados, sustenta percursos. Um espaço em constante elaboração, no qual arte e design operam como instrumentos de reflexão e produção de sentido, abrindo possibilidades para imaginar outras formas de estar no mundo.

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A cada ano, o LAB MR define um tema que orienta sua programação e organiza as experiências e pesquisas desenvolvidas ao longo do período. Em 2026, propõe revisitar o imaginário construído sobre o Brasil a partir do fazer contemporâneo. O programa parte das experiências que nos constituem (narrativas, materialidades e subjetividades) para pensar um país plural, em constante transformação, que escapa a imagens fixas e se revela em movimento.

A programação se organiza em três momentos: Território e pertencimento, que investiga como paisagem, matéria e modos de habitar moldam o pensamento criativo; Mão e memória, que reconhece os fazeres como heranças em transformação contínua; e Entre vestígios e futuros, que observa como símbolos e narrativas do passado são reativados para projetar outros horizontes.